

DESTAQUES
MUSEU ARQUEOLÓGICO DO CARMO RECEBE ESCULTURAS
DE GRANDE DIMENSÃO DE ROGÉRIO TIMÓTEO

A partir de 6 de Junho, o Museu Arqueológico do Carmo, em Lisboa, será povoado por obras de grande escala que desafiam a gravidade. O artista Rogério Timóteo expõe “O Sagrado e Profano” até 4 de Julho.
Sobre o artista
Rogério Timóteo nasceu em Anços, Sintra em 1967.
Desde cedo se interessou pelas artes, mas foi no encontro com Mestre Anjos Teixeira, de quem foi aluno durante cinco anos, que abriu os horizontes para a escultura. Reforçando essa aprendizagem, frequenta o curso “Novas Tecnologias do mármore” em Vila Viçosa e o curso de desenho – Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa.
Tendo nascido e crescido numa região predominantemente ligada à extração e transformação de mármores é com naturalidade que escolhe o mármore como matéria-prima preferencial para as suas esculturas, não excluindo, no entanto abordagens a novos materiais e técnicas, tais como bronze, ferro e mais recentemente resinas.
Nos últimos anos, tem sido convidado para realizar exposições no estrangeiro, tendo exposto a sua obra em Espanha, Luxemburgo, Alemanha e mais recentemente em Nova Iorque.
Realizou 26 esculturas colocadas em espaços públicos, incluindo 8 esculturas de grandes dimensões, nomeadamente: “Mergulhos” – Linda-a-Velha; “Eternidade” – Sintra; “Evolução” – Montelavar – Sintra; “Horizonte” – Cascais; “Jardim do Logos” – Sintra; “Matriz” – Carnaxide – Oeiras; “Pulsare” – Carnaxide e “Ritos de Passagem” – Queluz – Sintra.
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O Grito de Edward Munch

O Grito, 1895
Pastel sobre painel
79 x 59 cm

Edward Munch
Uma das quatro versões conhecidas da obra "O Grito" um dos ícones do expressionismo, da autoria do norueguês Edward Munch (1863 / 1944), foi vendida na Sotheby`s de New York, para o Qatar por 119,9 milhões de dólares, cerca de 91 milhões de euros, tornando-se assim a obra de arte mais cara do mundo. Esta obra de 1895, é das quatro versões a que possui as cores mais vivas e a moldura pintada pelo artista com um poema que descreve a caminhada ao pôr-do-sol que a inspirou e é a única que não pertencia a um museu. Nesta pintura, ao contrário das outras, uma das figuras, em segundo plano, olha para baixo para a cidade.
Exposição Entre Linhas no Museu do Oriente - De 4 de Maio a 16 de Setembro
Lydia Reinhold foi bolseira da Fundação Oriente em Hangzhou (China) em 2004. Situa a suas obras entre transparência e opacidade num espaço tridimensional. Começamos o percurso ondulando pelas figuras apanhadas numa trama de gaze quase invisível às quais se juntam, à transparência, painéis pintados com remoinhos.
LER AMÁLIA - Workshops
2, 16 e 30 de Maio
Hora de início: 14h30
Hora de fim: 16h30

"Perceber a poesia que Amália cantou e porque a cantou. Voltar a ouvi-la. Escutar por ela os poetas. De Camões a David Mourão-Ferreira e a ... Amália. Ler-lhe os versos. Ou escutar a sua leitura. Escolher a partir da leitura. Cruzar motivos. Partilhar vivências. Contar também. Cantar depois. Por ter lido (ouvido ler) antes".
Paulo Lages
CINEMATECA EM MAIO

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